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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

CRIAR VIRUS PARA LINUX VERDADEIRA MISSÃO IMPOSSIVEL.


O ambiente linux nunca foi um dos ambientes mais propicio para a criação, e principalmente para a propagação de virus é tanto que, como prova desta verdade todos os antivirus criados para este sistema tem como principal alvo vigiar as portas de saida e não as de entrada do computador como no windows e na verdade em segundo plano estes antivirus para linux estão procurando é minimizar a propagação de virus no windows em rede, são varias e tantas as barreiras impostas seja no próprio karnel do linux ou o sistema de permissões para execução de arquivos executáveis, que os virus mesmo criados nunca consiguiram se propagar e os poucos que existem são meras curiosidades técnicas pois é praticamente impossível a sua propagação, para bem exemplificar isso vou transcrever um artigo de 2006, quando o linux era muito menos popular que hoje e traduzido para o Português por Pedro A. D. Rezende do artigo publicado em Librenix por Ray Yargin, veja que de lá para cá, nada mudou e resolvi botar este artigo no meu blog porque acho que ele é super esclarecedor e definitivo sobre o assunto e o fato de ter sido escrito em 2006 e no final de 2008 tudo que esta neste artigo demonstra-se com o tempo ser verdadeiro, senão vejamos:

"Por que é que vírus de Linux não é mais do que um assunto para rodas de ciberpapo? Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que os vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em particular, e aos cibernautas em geral?
Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo "é menos atacado porque é menos usado"). Mas há uma razão, muito importante, que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, devemos saber porque o Linux não dá mole para vírus.

Para que um vírus infecte um programa executável num sistema com kernel Linux, numa distro GNU/Linux (Debian, Slackware, RedHat, Suse, Ubuntu, Kurumin, Mandriva, etc.) por exemplo, o executável precisa estar em arquivo com permissão de escrita para o usuário que esteja ativando o vírus. Tal situação é incomum. Numa instalação desktop, via de regra os arquivos executáveis têm como dono (owner) o administrador do sistema (root), e rodam em processo de usuário comum. Ou seja, a partir de uma conta não-privilegiada.

Além do que, quanto menos experiente for o usuário, menos provável que tenha ele mesmo feito a instalação do executável, e portanto, que seja o owner do arquivo correspondente. Assim, os usuários de Linux que menos entendem dos perigos de infecção viral são os que têm pastas pessoais (diretório home) menos férteis para isso.

Prosseguindo, ainda que um vírus consiga infectar um programa executável, sua missão de proliferar-se esbarra em dificuldades das quais os limites nas permissões do dono do arquivo infectado são apenas o começo (para neófitos, em sistemas com um só usuário, esses limites podem desaparecer se a conta root for usada descuidadamente). As dificuldades continuam nos programas para conectividade, por serem esses no Linux construídos conservadoramente, sem os recursos de macros em alto nível que têm permitido, por exemplo, a recentes vírus de Windows propagarem-se tão rapidamente.

Esse conservadorismo não é uma característica do Linux, mas reflete diretamente importantes diferenças na base de usuários de plataformas livres e proprietárias. Diferenças na forma como essas bases atuam no processo de desenvolvimento, e na forma como a robustez e a popularidade dos programas é afetada por essa atuação, através dos respectivos modelos de licença e de negócio. Na forma, por exemplo, em que vacinas atuam. As lições aprendidas pela observação do que acontece no outro modelo servem, no modelo colaborativo, para vacinar não o software em si, mas o processo e a estratégia de desenvolvimento dos softwares livres, livres inclusive das estratégias de negócio de interessados que lhes sejam confiltantes.

Aplicativos e sistemas baseados em Linux são quase todos de código fonte aberto. Devido à quase totalidade desse mercado estar acostumado à disponibilidade do código-fonte, produtos distribuídos apenas em formato executável são ali raros, e encontram mais dificuldade para firmar presença. Isso tem dois efeitos no ecosistema viral, se considerarmos que a propagação ocorre em formato executável. Primeiro, programas com código fonte aberto são lugares difíceis para vírus se esconderem. Segundo, a (re)instalação por compilação do código-fonte corta completamente um dos principais vetores de propagação dos vírus.

Cada um desses obstáculos representa uma barreira significativa. Porém, é quando essas barreiras atuam em conjunto que a vida do vírus se complica. Um vírus de computador, da mesma forma que o biológico, precisa de uma taxa de reprodução maior do que a taxa de erradicação (morte), para se proliferar. Na plataforma Linux, cada um desses obstáculos reduz significativamente a taxa de reprodução. E se a taxa de reprodução cai abaixo do nível necessário para substituir a população erradicada, o vírus está condenado à extinção, nesse ambiente -- mesmo antes das notícias alarmistas sobre o potencial de dano às vítimas.

A razão pela qual nunca vimos uma epidemia de verdade com vírus de Linux é simplesmente porque nenhum vírus conseguiu, até hoje, prosperar no ambiente que o Linux propicia. Os que já surgiram com esse alvo não são mais do que curiosidades técnicas (Staog foi o primeiro deles, e o único observado à solta, até 2005, foi o bliss). A realidade é que não existe vírus viável para Linux.

Isso, é claro, não significa que nunca possa haver uma epidemia viral envolvendo o Linux. Por outro lado, isso significa que o vírus precisaria ser muito inovador e bem arquitetado para ter sucesso prosperando nesse ecosistema (do Linux), que é hostil para código furtivo."

domingo, 31 de agosto de 2008

RÁPIDAS VISÕES DA INTERFACE GRÁFICA XFCE


Para quem nunca utilizou a interface XFCE que vem por padrão no xubuntu, esta vai parecer uma interface bastante estranha, mais com um pouco de raciocinio lógico logo percebemos que embora diferente ela é bastante lógica, a minha maior dificuldade como utilizador do KDE e GNOME desde que comecei a utilizar o Linux foi por incrivel que pareça descobrir como gerar lançadores na área de trabalho, para os usuarios do windows e novatos no linux, Icones da área de trabalho e outra dificuldade foi a mudança de papel de parede também na área de trabalho, prefiro não utilizar o termo inglês wallpaper, além do fato de quando você instala esta interface sem ser pelo xubuntu temos apenas um quadrado com uma espécie de estrela de muitas pontas no centro do quadrado, e por incrível que pareça este é um painel da interface, sendo que nesta interface pelo menos quando se instala sem ser uma distro, como por exemplo no kubuntu o painel inicia sem nenhum aplicativo ou seja a barra não tem relogio não mostra as janelas etc, cabe a você configurar tudo isso, mais não entre em pânico esta configuração que parece complicadissima é bastante simples diria até simploria.

Criar lançador "icone da área de trabalho"

A primeira dificuldade se deve ao fato de que esta interface tem uma maneira muito peculiar de gerar estes lançadores, pois para gerar um novo lançador tenho que ir em um lançador já existente na própria área de trabalho e cliquar com o botão direito do mouse levar o foco do mouse até a opção área de trabalho, e cliquar na opção criar lançador, mais a opção mais funcional é que na janela que abrir na opção nome a medida que você vai digitando o nome vai sendo criando links no local do nome que se cliquados pelo mouse criam o lançador "ícone" automaticamente, para o nome do programa apresentado na caixa nome, uma opção bem interessante pois temos ai duas opções pois caso não tenha o link, basta atribuir um nome e na opção comando ao lado tem uma pasta clique nesta pasta para navegar e procure a pasta /usr/bin e lá procure o executavel de seu programa, clique nele, e escolha uma imagem como icone na opção icone logo abaixo, ok seu lançador estara criado na área de trabalho.

Escolha de papel de parede

A segunda dificuldade que é a troca de wallpaper é resolvida cliquando em qualquer local da área de trabalho com o botão direito do mouse escolha a opção configurações, gerente de configurações na janela que abrir procura a opção área de trabalho, clique nesta opção então marque se estiver desmarcada as opções permitir que xfce gerencie a área de trabalho e mostrar imagem, abaixo desta segunda opção a ser marcada temos uma opção arquivo com um pasta ao lado clique na pasta para navegar atrás da imagem, procure a imagem ao cliquar nela esta já sera exibida na área de trabalho mais cuidado não coloque imagens de unidades removíveis ou que não sejam montadas automaticamente no boot, é bom ate que copie a imagem para o seu home para a pasta imagem e clique nela lá, pois se cliquar em unidade removível ou não montada no boot se esta não tiver presente a imagem não sera carregada.

A montagem do painel

A terceira dificulda assusta a primeira vista para quem esta acostumado principalmente com o KDE, ligar seu computador e no local da barra com menu, relogio etc, encontrar um quadrado com uma estrela dentro, solta na área de trabalho não parece ser a experiência mais agradável mais depois entendi que a interface é customizavel, montei minha própria barra, que tem muitas opções de painel, em primeiro lugar clique com o botão direito do mouse em qualquer local da área de trabalho procure pela opção configuração, gerente de configuração, procure na janela que abrir a opção painel, cliquando nesta opção vai abrir uma janela menor, e nesta janela configure assim tamanho (pixels) deslize até 29 se deseja uma barra mais larga ponha um numero maior, tranaparência (%) 20, marque a opção tornar opaco o painel ativo, na caixa posição marque a opção posição fixa, no filtro logo abaixo no local de largura normal marque largura total, no quadrado formado por vários quadrados menores marque o quadrado do meio e no lado de baixo. feche e veja que já temos uma barra entretanto limpa, sem relogio sem menu, nada, é muito simples clique com o botão direito do mouse na barra criada onde pretende implantar a nova função, por exemplo o relógio você vai clicar na leteral direita da barra, clique na funcão adicionar novo item na janela que abrir clique em relógio e adicionar veja que o relógio aparece no local onde você cliquou, adicione funções a barra desta forma as mais importantes e básicas são menu XFCE no outro extremo e lista de tarefas para ver as janelas minimizadas além da bandeja do sistema.

##**ATENÇÃO AS IMPRESSÕES AQUI DEMONSTRADAS DIZEM RESPEITO APENAS A XFCE INSTALADA NO KUBUNTU E NÃO AO XUBUNTU QUE VEM COM OUTRAS CONFIGURAÇÕES.**##

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

XFCE 4 NO KUBUNTU VALE A PENA FUNCIONALIDADES DO KDE EM UMA INTERFACE LIGHT


Instalar a interface gráfica xfce no kubuntu vale a pena, pois o kubuntu já vem com muitas funcionalidades que não existem no xubuntu e vice versa, e ai se você tem 512 mb de ram e pode abrir mão de mais 500 mb de espaço em disco vale a pena instalar esta interface gráfica muito leve e bonita, sinceramente não notei uma grande diferença na estética, mais já no uso dos recursos do computador a diferença foi incrivel.

A instalação no caso do kubuntu é muito fácil, pois esta interface gráfica já consta por padrão dos repositórios do ubuntu e seus derivados, não é sequer necessário mexer no sources.list o único cuidado é se você retirou a exigência de senha ao iniciar o kubuntu volte a usar a senha, pois é ai que ocorre a escolha da interface que sera utilizada quando se tem mais de uma.

Após isso abra um terminal console e digite:

sudo apt-get install xubuntu-desktop

O download tem mais de 100mb e após descompactação sera utilizado um espaço superior a 400mb mais todos o arquivo presentes no xubuntu estão instalados além dos necessários ao kubuntu exceto os que estiverem instalados portanto os valores acima podem variar observação se for feito uma pergunta durante a instalação sobre o gerenciador de sessão padrão marque kdm.

Terminada a instalação pressione ctrl+alt+backspace para reiniciar a aparte gráfica vai aparecer o pedido de senha, digite login e senha e na opção menu escolha a opção session type e nesta opção marque a opção que estiver constando XFCE, após isso e após ter digitado login e senha pressiona enter, pronto já vai ser iniciada a sessão XFCE, com todos os programas instalados durante a instalação acima bem como todos os programas do KDE funcionando, mais para uma melho compatibilidade dentro do XFCE em qualquer local da area de trabalho pressione o botão direito do mouse, e escolha configurações - gerente de configurações e na janela que aparecer procure e clique em inicializações e sessões e na janela que abrir clique na aba avançado e marque caso já não esteja marcado em compatibilidade as duas opções carregar os serviços do gnome ao iniciar e carregar os serviços do kde ao iniciar, feche todas as janelas e reincie novamente a interface gráfica, usando o mesmo procedimento descrito acima.

Se quiser voltar a utilizar o KDE, volte ao gerenciador de login conforme descrito acima e na opção session type marque KDE e enter, e seu KDE estara lá e com muito mais programas instalados.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

ICONES MAGICOS NO KUBUNTU 8.04 É POSSIVEL SIM








Os icones mágicos do kurumin 8.06 funcionam muito bem no kubuntu 8.04, tudo através de um procedimento simples de acréscimo de repositórios no sources.list um arquivo que esta localizado em /etc/apt para isso basta digitar o seguinte em um terminal console do kubuntu:


sudo kate /etc/apt/sources.list


após este comando com certeza você estará com um arquivo de texto aberto na tela do computador o que vamos fazer é editar este arquivo para que dele conste um repositório do kurumin 8.06 se o cursor estiver piscando no final do texto pressione enter para que ele vá para o inicio da primeira linha em branco após o texto, e acrescente a seguinte linha:


deb http://kurumin-ng.c3sl.ufpr.br hardy main

para total segurança deste procedimento o repositório universe deve esta ativado para isso verifique se a seguinte linha do arquivo esta assim:

# deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu hardy universe

se não tiver o jogo da velha na frente da linha ótimo se estiver na forma como descrita acima delete o jogo da velha no inicio da linha que deve ficar assim:

deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu hardy universe

salve e feche o arquivo

após isso conta de seu sources.list o repositório do kurumin responsável pelos icones mágicos, agora temos que atualizar os repositórios do apt-get abra um terminal console digite o seguinte:

sudo apt-get update

veja que ao final do trabalho no console foi acusado um erro pela ausência de uma chave pública.

para solucionar este erro basta digitar o seguinte:

sudo apt-get install kurumin-ng-keyring

após o fianl do trabalho a chave pública do kurumin estará instalada no kubuntu

depois é so instalar os icones mágicos própriamente dito digitando o seguinte em um terminal console:

sudo apt-get install icones-magicos

após a instalação estará criado inclusive um ícone na area de trabalho do kubuntu e você poderá automatizar a instalação de muitos programas entre eles o mais problematico para instalação no kubuntu é o virtualizador vm ware inclusive em sua versão completa com criação de máquinas virtuais, sendo que todo o processo de compilação de pacotes estará automatizado é so clicar no icone e ver a realização de uma magica no processo de instalação.




terça-feira, 26 de agosto de 2008

PRIMEIRAS IMPRESSÕES KUBUNTU 8.10 INTREPID

Na foto ao lado podemos ver a minha máquina virtual do kubuntu 8.10 intrepid que vai ser lançado em outubro de 2008, a primeira impressão é que o sistema tirando alguns pequenos bugs normais em uma versão alfa 4 amadurecendo para um beta é já surpreendentemente um sistema bastante maduro, me levando a ficar entusiasmado com o futuro deste sistema com KDE4 que deixa o sistema operacional leve, veja que destinei apenas 160 mb para esta máquina virtual e ela para minha surpresa fluiu de forma extraórdinaria e com uma cara bonita de se ver, valeu parece que este novo kubuntu vai ser um sistema surpreendente desde o inicio.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

BACKPORTS ATIVADO NO KUBUNTU E DOR DE CABEÇA COM FLASH 10


Quando instalei o kubuntu 8.04 no meu computador tal e qual já vinha desde a versão 7.10 deixei ativado os repositórios backports, entretanto pela primeira vez tive uma dor de cabeça durante todo este tempo pois entrou nos repositórios a versão beta do plugin de flash 10 da adobe e esta foi automaticamente instalada em meu sistema, mais para minha surpresa esta versão ainda esta bastante verde, embora tenha sido resolvido o problema das transparencias o que é um grande problema da versão 9 a versão 10 ainda tem varios sites que mesmo constando nos plugins ativos do firefox 3 o flash não é ativado pelo site tendo como exemplo mais contundente a pagaina inicial do uol, além de sites que simplesmente fecham todo o navegador instantaneamente como as paginas da oi, que não a pagina inicial e ai vai a fila de problema se isso ocorreu com você não se desespere a solução é bem simples para voltar a versão corrente do flash player da adobe ou seja o flash player 9. em primeiro lugar devemos desinstalar o flash completamente do sistema, no caso do kubuntu isso é muito simples basta abrir um terminal console e digitar:

sudo apt-get remove flashplugin-nonfree

basta olhar o computador trabalhar após a desinstalação o seu computador estara sem flash para instalar a versão antiga, primeiro temos que alterar os repositórios e desabilitar os backports o que vamos fazer primeiro chamando em um terminal console os sources lists, digite o seguinte no kubuntu:

sudo kate /etc/apt/sources.list

no arquivo que vai abrir procure as seguintes entradas:

deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ hardy-backports main restricted universe multiverse
deb-src http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ hardy-backports main restricted universe multiverse
para desativar os backports basta recolocar os # antes doas entradas que foram retirados quando de sua ativação e as entradas vão ficar assim:

# deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ hardy-backports main restricted universe multiverse
# deb-src http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ hardy-backports main restricted universe multiverse
após isso atualize os repositórios digitando o seguinte em um terminal console:
sudo apt-get update

e para instalar a versão flash 9 que já vai ser a corrente nos repositórios, digite o seguinte em um terminal console:

sudo apt-get install flashplugin-nonfree

acompanhe o computador baixar o arquivo e instalar tudo automaticamente, agora seu kubuntu já estará com flash 9 instalado novamente.

ESTE PROBLEMA FOI RESOLVIDO NOS REPOSITÓRIOS BACKPORT

Uma nova versão do flashplugin-nonfree para estes repositórios solucionou o problema na verdade trata-se de uma versão 9 com alguns códigos da versão 10 uma espécie de versão intermediaria diria uma versão 9,5 do flashplayer da adobe.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

KDE4 PRONTO OU NÃO PARA USO ?


Testei esta semana uma versão do kubuntu com kde4, e gostei de como irá ficar o sistema no futuro pois na minha opinião ainda esta muito verde para o usuário final, aquele que quer utilizar o sistema em ambiente de produção, entretanto o sistema ficou mais leve e ágil, um grande problema no KDE 3.5.9 um sistema bem pesado para quem roda até com 512 mb de ram, não sendo um grande problema para quem roda o sistema com 1G de ram ou mais, esta limitação foi bem minimizada no KDE 4, sendo possível rodar muito bem em uma maquina virtual com apenas 256 mb de ram disponível.
Toda esta maravilha é enterrada quando se percebe os bug ainda existente no sistema o mais grave no meu entender um que não permite o acesso como root através do sudo ao kate e konqueror, quendo você digita sudo kate em um terminal konsole o retorno é que o comando é inexistente, impossibilitando a mudanças nos sources.list entre outras coisas, mais para este bug busquei uma solução e consegui solucionar da seguinte forma:

digete no terminal Konsole o seguinte:

kdesu /usr/lib/kde4/bin/kate

Veja que o programa kate editor de texto com este comando já vai abrir como root e permitir a edição de arquivos de texto do sistema, mais o bug ainda não foi solucionado pois o comando sudo nome do programa continua inexistente o que pode ser sanado com o seguinte comando, senão vejamos:

para o kate:

sudo ln -s /usr/lib/kde4/bin/kate /usr/bin/kate

para o konqueror:

sudo ln -s /usr/lib/kde4/bin/konqueror /usr/bin/konqueror

veja que após digitado estes comandos o comando sudo passará a funcionar para o kate e o konqueror, mais ainda restará um bug no video que faz com que mesmo mudando a resolução do KDE esta continuará na resolução inicial do sistema, para quem tiver a sorte do sistema iniciar em uma resolução de seu gosto ótimo senão !

Por isso não recomendo a adoção por enquanto do KDE 4, mais com certeza com o amadurecimento do sistema, será um sistema bonito, leve e muito funcional.