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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

ABRIR PDF NO BROFFICE OU OPENOFFICE 3.0 É POSSIVEL SIM


Com a extenção SUN PDF IMPORT EXTENSION já é possivel abrir arquivos PDF diretamente no broffice ou openoffice 3.0 o arquivo abre no draw, um programa de desenhos da suite de aplicativos office aberto e achei uma grande sacada pois agora o broffice 3.0 pode exportar o que já era corriqueiro e importar arquivos no formato PDF, ou seja salvar e abrir em PDF, e esta operação que faz com que o programa ganhe esta funcionalidade é muito simples é basicamente a mesma para todos os sistemas operacionais que tem versão do Broffice 3.0, pois trata-se de baixar e instalar uma extenção, e como foi dito o primeiro passo é baixar a extenção o que pode ser feito no caso do linux no link abaixo:

http://superdownloads.uol.com.br/download/34/sun-pdf-import-extension-linux/

lembrando que nas respectivas seções de windows e mac podemos encontrar a mesma extensão para estes sistemas operacionais. outro aviso importante é que este arquivo embora em alguns sistemas operacionais o que não ocorre no linux é tomado como um arquivo compactado, jamais deve ser descompactado. Prosseguindo na instalação no caso do linux devemos abrir o broffice em modo root, no meu caso que instalaei o Broffice no ubuntu 8.10 o que não é padrão do sistema mais também pode ser utilizado para o que vem por padrão so que em outra pasta, abra o nautilus em modo root, basta abrir o console e digitar sudo nautilus o gerenciador de arquivos vai abrir como root, va ate a pasta /opt/broffice.org3/program e nesta pasta clique em soffice e vai aparecer algumas opções clique em executar pronto o broffice vai abrir como root, no programa que abriu procure o menu ferramentas e depois no menu que se abrir gerenciador de extenções. quando abrir o gerenciador clique no botão adicionar indo ate a pasta onde salvou o arquivo clique neste e o resto é muito intuitivo uma verdadeira instalação estilo windows.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

UBUNTU 8.10 E CLARO BANDA LARGA COM MODEM HUAWEY E 226 E SONY MD 300




É muito fácil configurar a banda larga da claro com modem huawei E 226 no ubuntu 8.10, e foi de uma compatibilidade surpreendente, mais muito mais surpreendente é a claro afirmar para seus vendedores que linux é incompativel com a banda larga 3g chega a ser uma burrice ou melhor burrice demais para não ser proposital, as grandes microsoft e apple mais uma vez fazendo as pessoas acreditarem que o linux é um bicho, e chego a acreditar que algumas empresas estão realmente lucrando de alguma forma para fazer algumas afirmações, eu por exemplo tive que assinar um termo na claro porque disse que queria modem huawei 226 porque era mais fácil para configurar em meu linux, este termo dizia entre outras coisas que éu reconhecia que o sistema da claro era incompativel com linux, tão incompativel que agora estou digitando este texto após ter configurado o modem que adquiri em apenas dois cliques em meu ubuntu 8.10 sem a necessida de nenhuma instalação adicional, muito mais facil e prático do que o windows e mac que a claro insiste me afirmar como compativeis, um absurdo, esta na hora de pessoas sérias ligadas ao software livre tomarem alguma atitude contra esta verdadeira mentira oficial. Entretanto vamos a configuração que através do network menager é totalmente intuitiva, pois logo após conectar o modem este é detectado e o sistema pergunta se quer congurar clique em configure escolha a operadora no meu caso claro e pronto o modem já esta cenectado. Atenção sempre aparecem problemas de DNS (conexão sem navegação) que podem ser resolvidos acrescentando a linha ipcp-max-failure 30 no arquivo /etc/ppp/options abra o arquivo e acrescente a linha antes da linha end of file não estranhe pois o arquivo inteiro esta comentado e desta maneira deve ficar com exceção da linha que você acabou de acrescentar, outro problema que verifiquei foi os constantes travamentos proveniente do cabo duplo de usb e da forma como o kernel acessa o modem, (além da detecção defeituosa quando o modem é detectado como um pendrive) mais isso pode ser perfeitamente resolvido criando o arquivo 99-huawei.rules dentro da pasta /etc/udev/rules.d basta abrir o gedit em modo superusuario digitando no console sudo gedit e vai abrir o editor de texto copie o seguinte conteudo para a pagina em branco:

SUBSYSTEM=="block", ACTION=="add", \
SYSFS{idVendor}=="12d1", SYSFS{idProduct}=="1003", \
OPTIONS="ignore_device"

SUBSYSTEM=="usb", SYSFS{idVendor}=="12d1", \
SYSFS{idProduct}=="1003", \
RUN+="/sbin/modprobe usbserial vendor=0x12d1 product=0x1003"

é so salvar em salvar como dentro da pasta /etc/udev/rules.d como o nome de arquivo 99-huawei.rules.

Após a geração do arquivo digite o seguinte comando no console:

sudo /etc/init.d/udev restart

o udev vai reconhecer através do console os drives do novo hardware

É ainda mais interessante o fato de que há alguns dias uma amigo que mora a apenas alguns metros de onde éu resido e portanto utiliza a mesma fonte de acesso ou seja estação radio base para prover o acesso me pediu para configurar e instalar o mesmo modem em um windows XP, tive que utilizar o CD de instalação, e mesmo assim a conexão não durava mais que 20 minutos, e desabava e a minha conexão que é no ubuntu 8.10 chega a ficar conectado horas e só é interrompida quando desconecto, dá para entender a recomendação da claro? é um verdadeiro mixer de desinformação e má fé!

ATENÇÃO- Ao configurar o modem de forma automática o network manager configura o APN de forma antiga ou seja claro.com.br para modificar clique com o botão direito do mouse em cima do icone com uma torre que se forma no system tray, escolha a opção editar conexões procura a aba banda larga móvel e clique nela clique na conexão claro e depois em editar procure em avançado APN e susbstitua por bandalarga.claro.com.br depois ok e pronto o APN já estara corrigido, faça desconexão e reconexão e isso dara maior precisão a conexão.

OBS: nenhum modem 3g é incompativel com linux apenas aumenta o grau de dificuldade para sua configuração conforme algumas marcas, sendo que o mais fácil de configurar é exatamente modem HUAWEY E 226, no caso da claro o modelo disponivel tambem que equivaleria a o grau de dificuldade deste seria o SONY MD 300, no qual se deferenciaria apenas pelo geração do arquivo ruler que não seria mais 99-huawei.rules e sim 50-md300modem.rules seria salvo no mesmo local e teria o seguinte contéudo:

ACTION!=”add”, GOTO=”3G_End”
BUS==”usb”, SYSFS{idProduct}==”d0cf”, SYSFS{idVendor}==”0fce”, PROGRAM=”/bin/sh -c ‘echo 3 > /sys/%p/device/bConfigurationValue’”
LABEL=”3G_End”


Quanto ao modem giant 301 esta entre os diponíveis por aquela operadora é o mais dificil de c0nfiguração porém não é impossivel apenas não se acessa através do network manager sua configuração pode ser encontrada em muitos tutos pela internet, porém a dificuldade de conexão no seu caso é bem maior que os dois primeiros até pelo fato de utilizar para isso wvdial e pppd com conexão por comando.

EDIT- quando postei esta matéria no blog a alteração na pasta /etc/udev/ruler.d com a adição do arquivo 99-huawei.rules ou o correspondente ao seu modem, era extremamente necessária pois embora o ubuntu 8.10 reconhecesse o modem as vezes chegava ao travamento total, entretanto com as constantes atualizações do sistema, se você fez todas elas, deve ter notado que houve uma atualização que o sistema passou a ter dificuldade a reconhecer o modem, isso se você adicionou o arquivo na pasta, a solução é simples basta retirar o arquivo adicionado e reiniciar o sistema, mais atenção no primeiro acesso a net vai surgir um comportamento assim como o conecta mais não navega, então reinicie o navegador e espere ate que o sistema se reacomode, isso ocorre em menos de um minuto e apenas no primeiro acesso após a retirada do arquivo, a partir dai o sistema reconhecera o modem sempre e não vai mais travar tudo devido a uma atualização recente, lembrando tudo que foi dito nesta matéria é valido apenas para ubuntu 8.10.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

IMPRESSÕES SOBRE PLUGIN DE JAVA E FLASH NO UBUNTU 8.10 64 BIT


Há alguns dias atrás enfrentei um verdadeiro desafio, instalar um plugin de java e flash em um firefox 64 que vem previamente instalado no ubuntu 8.10 64 bit, em um desktop com processador athlon duo core, de saida logo descartei a possibilidade de instalar um firefox 32 pois embora plenamente possivel esta solução da muito problema de incompatibilidade de profiles entre a versão 64 e 32 bit, e não me pareceu uma solução aconselhavel para um desktop que vai ficar nas mãos de um usuário extremamente novato, e detalhe não existe plugin oficial para java da sun para firefox 64 a solução apontada pela extenção ubuntu firefox modifications, ao acessar uma pagina com java applets é o plugin gcjwebplugin pessoalmente não achei esta a melhor opção pois como este plugin não baixa em sua instalação nenhuma fonte extra, e as letras do java applet são exibidas de forma totalmente tosca isso quando não estão em movimentação fora da área em que deveriam estar, portanto é melhor esquecer esta solução automática do firefox, mais não precisa desespero, respire fundo pois a solução existe e basta recusar a instalação automática do gcjwebplugin e abri um console e digitar:

sudo apt-get install icedtea6-plugin

executando esta linha de comando vai ser instalado um plugin de java o openjdk que substitui o java oficial da sun além de algumas fontes extras, para que a exibição dos applet seja praticamente perfeitas, embora o download seja muito mais longo na verdade esta é uma solução que classifico como definitiva pois exibe até o teclado virtual do Banco do Brasil, um applet de dificil execução, mais atenção por alguma razão que não sei explicar se você instalar o jre da sun o plugin icedtea e o openjdk deixam de executar o teclado virtual do Banco do Brasil, portanto esqueça a instalação do jre da sun pois este não tem plugin para o firefox 64 e além de nada servir neste caso vai atrapalhar o verdadeiro plugin que esta em execução, uma pena neste caso é que alguns pacotes que dependen de java como por exemplo o frostwire ficam bem prejudicados na medida em que utilizarão uma versão do java mais atrazada, testei com frostwire e fucionou muito bem com openjdk entretanto a versão do java que consta é 1.6.0.0 muito distante da versão 1.6.0.10 da sun, mais funciona muito bem, apenas tenha o cuidado de em uma instalação automática não ser instalado o java da sun e até por isso dê preferencia a instalação manual neste caso, quanto ao plugin de flash o firefox já instala o flash da adobe de forma automatica embora de 32 bit, construindo de forma automática um ambiente artifical de 32. No geral o ubuntu 8.10 64 bit vale a pena a sua instalação em computadores com processadores com mais de um nucleo, pelo ganho de velocidade que é bem expressivo no carregamento e execução dos programas, embora tenha que fazer algum malabarismo como descrevemos acima pelo fato de alguns plugins ainda não terem sido portados para esta plataforma.

EXAILE O "AMAROK" NATIVO DO GNOME


Há pouco abandonei o kubuntu por problema do KDE 4 com bluethooth e outras omissões que revelo na matéria Ubuntu 8.10 um show de sistema anterior entretanto restava uma lacuna, não preenchida pelo ubuntu, ou seja de ter um player a altura do amarok, como ficou bem explitado o verbo restava esta no passado pois este player existe, e na minha opinião atualmente na sua versão 0.2.14 já exibe mais recursos e mais agilidade sobre o amarok quando utilizado no ubuntu que usa como interface grafica o gnome, e para carregar o amarok requer o carregamento de muitas lib não nativas, deixando o amarok bem mais pesado de carregar e tornando-se um programa muito critico, que esta não é quando usado no KDE, aqui vou procurar ensinar da forma mais facil possivel a instalar, configurar e utilizar o exaile na sua versão 0.2.14 que não se encontra nos repositórios oficiais do ubuntu, pois no repositorios do ubuntu encontra-se a versão 0.2.13, senão vejamos como realizar esta tarefa:

Primeiro teremos que acessar sistema - administração - canais de software digitar a senha quando requerida e na janela que abrir clicar na aba programa de terceiros, e clicar no botão adicinar, na janela que abrir vai pedir a digitação de uma linha de apt a linha vai ser http://ppa.launchpad.net/exaile-devel/ubuntu clique em adicio nar canal após digitar a linha e ao fechar vai aparecer uma nova janela clique em recarregar, cuidado não clique em reverter senão estara tudo desfeito, pronto após recarregar a versão do exaile nos repositórios já sera a 0.2.14, bastando instalar pelo synaptic ou por comando no console, digitando seguinte:

Sudo apt-get install exaile

após a instalação abra o exaile e vocẽ vai perceber que a interface é muito parecida com a do amarok, com o diferencial que no exaile esta presente a navegação por abas, e para deixar ainda mais parecido com o amarok, vamos abrir editar - preferencias e na opção geral onde vai logo sair marque mostrar icone na bandeja que por defald vem desmarcado o resto pode explorar e você que este player para uso com o gnome é bem mais racional que o amarok que recomendo e muito para uso com o KDE, pois é um player também muito bom mais na interface grafica gnome devido o carregamento de libs nativas o exaile se demonstrou imbativel em todos os testes que realizei, sobretudo em velocidade de carregamento do programa e estabilidade.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

UBUNTU 8.10 UM SHOW DE SISTEMA


Com o lançamento do ubuntu 8.10 pude ver que o desktop linux esta avançando para um futuro promissor, que já preocupa até gigantes como a microsoft, pois hoje li que o lançamento do windows 7 na verdade é um resposta ao avanço do linux sobretudo no que diz respeito aos netbooks, foi ate apelidado por um site de linux killer, e deste avanços já tinha escrito em matéria anterior sobre as funcionalidades do kernel 2.6.27 em como esta mudanças deixou a navegação perfeita no kubuntu 8.10, entretanto ao testar recentemente o ubuntu 8.10 fica claro que o seu irmão kubuntu não tem sequer a metade das funcionalidades de ajuda aos novos usuários do ubuntu 8.10, começa logo pelo fato do ubuntu já vir com um navegador que realmente vale a pena ou seja o firefox ao passo que o kubuntu tem como navegador padrão o konqueror que tenho minhas dúvidas a respeito de suas reais aptidões para este fim, e o firefox que vem instalado no ubuntu tem modificações que o tornam extremamente amigavel para quem esta migrando do windows uma vez que este praticamente instala os plugins necessarios a apenas um clique do mouse quando requisitado, o gerenciador de pacotes synaptic é um show a parte, embora não tenha uma interface muito bonita é extremamente facil de usar, já o gerenciador do kubuntu o adept é extremamente complicado isso é apenas algumas das diferenças, entretanto o ponto forte do ubuntu 8.10 vai se mostrar se voce tiver um adaptador bluetooth pois vai se formar uma verdadeira rede com seu celular e este vai ser montado na area de trabalho tal e qual fosse um disco local, ao passo que no kubuntu 8.10 sequer imagino ate agora por onde se troca arquivo pelo bluetooth.
Diante desta imensa diferença tenho que me render o verdadeiro desktop linux hoje é o gnome com todas inovações implantadas pelo ubuntu, fica dificil alguem contestar este fato, sendo que também é um fato incontestavel que o ideal seria as inovações do ubuntu com a estetica do kubuntu.
Mais para este contratempo e pegando carona em um problema que um amigo dono de um lan house me repassou me dizendo que tinha muita vontade de por o linux em seu computadores mais tinha medo de que os clientes não se dessem muito bem com a nova forma de interface vai aqui uma dica de incrementar o ubuntu e ao mesmo tempo torna-lo um forte candidato ao uso em lan houses é um tema chamado XPGNOME que esta disponivel para download na pagina de linux do superdownloads, basta baixar, descompactar e executar o arquivo sh que acompanha o pacote no console, clique no arquivo installxpgnome.sh que la já estara a opção de execução do arquivo clique nesta opção e em um passe de mágica o gnome estara identico ao windows xp, muito interessante para este tipo de uso, e com o ubuntu 8.10 e todas as suas novas funções do karnel 2.6.27 a semelhança então é incrivel.

OBS: Neste novo kernel 2.6.27 utilizando flash 10 e firefox 3 ate o site de algumas companhias telefonicas e o teclado virtual do banco do Brasil que eram famosos por so funcionar no ie passaram a funcionar no linux com firefox, com perfeição inimaginavel há algum tempo atrás, deixando a atualização do sistema bem interessante ate para aqueles que preferem a estabilidade de uma versão LTS como era a versão 8.04 HARDY, pois estas vantagens de navegação vencem de sobra qualquer possivel bug que possa haver no 8.10 embora não tenha encontrado nenhum até agora, pois so tenho elogios.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

KUBUNTU 8.10 E FIM DO BUG DA TELA BRANCA DO FLASH DA ADOBE E OUTRAS CONSIDERAÇÕES


Instalei o kubuntu 8.10 lançado ontem e fiquei surpreso com o fim do bug da tela branca do flash, um bug que acompanha os sistemas linux há anos, segundo uma breve pesquisa que fiz isso diz respeito a nova versão 10 do flash da adobe em conjunto com a forma de lidar com drives proprietarios do Kernel 2.6.27, por isso não adianta instalar o flash 10 na unha no kubuntu 8.04 o que é plenamente possivel de forma fácil mais não vai funcionar sem o bug uma vez que o kernel deste é o 2.6.24 ainda sem a inovação que pois fim aqueles terriveis erros que onde havia uma animação flash que por exemplo deslizava para baixo ate onde esta fosse ficava uma tela branca marcando o seu caminho escondendo contéudo importante do site embaixo deste manto branco, além do fato de algumas links que tinha uma animação flash proxima as vezes eram engolidos pela animação que se sobrepunha ao link, graças a deus agora todo este martirio acabou, so por este fato já vale a pena instalar o kunbuntu ou ubuntu 8.10 para quem gosta de KDE ou GNOME respectivamente, sendo que o kubuntu apresenta ainda mais uma novidade interface gráfica KDE 4.1, muito bem trabalhada pela equipe da cannonical, parabéns a distro esta excelente provando que os rumores que rolavam pela comunidade de que a distro poderia se queimar com tantas novidades ao mesmo tempo eram infundados e tem mais esta distro pode chegar ainda mais as massas e se tornar muito popular com este padrão de trazer as grandes novidades.
ATENÇÃO - com o novo sistema de reconhecimento automático de impressoras, algumas impressoras que são reconhecidas automáticamente não tem o arquivo PPD exato e acabam imprimindo no local do arquivo a ser impresso caracteres inteligiveis, ocorrendo comigo quando da instalação da impressora HP deskjet 5440, que foi reconhecida como sendo HP 5440 series, e deu este erro, entretanto é facil corrigir, primeiro va ate o link http://www.linuxprinting.org/show_printer.cgi?recnum=HP-DeskJet_5440 e la faça o download do arquivo ppd da HP deskjet 5440, o próximo passo é remover a impressora que foi reconhecida de forma errada o que pode ser feito nmo proprio HPLIP, neste caso de impressoara HP, o próprio HPLIP, não tendo nenhuma impressora instalada e tendo detectada a impressoara conectada vai fazer a pergunta de instalação inicie a instalação, o primeiro passo é de reconhecimento da impressoara como minha impressora é USB deixe marcado USB, após vem o reconhecimento detectado a impressora de next novamente ai onde vem a diferença pois não escolha o drive na lista de drive e sim forneça o novo PPD que deve esta salvo em uma pasta que deve ser salva dentro do diretorio home.

Agora vai aqui uma critica a respeito do suporte a adaptadores bluetooth é praticamente impossivel, um usuário comum, por um para funcionar no kubuntu 8.10 da forma como o suporte esta colocado agora, acho que esta equipe não trabalhou para facilitar pois nem sempre o que é novo é melhor éu mesmo não entendi como se da o parreamento ou sequer se este existe no sistema sendo que vi instalado o kdebluetooth4 entretanto não sei sequer se este tem interface grafica pois esta não liga de forma alguma e através de comando quando se tenta chamar o gui no terminal usando o comando kbluetooth4 este diz que o programa ja esta rodando, portanto se você se utiliza de forma assidua de alguma forma de um adaptador bluetooth se afaste por enquanto do kde 4 permaneça com o 3.5 que tinha uma forma clara e amigavel de trabalhar com este tipo de serviço do sistema.

** mais informações a respeito das novas funções do kernel 2.6.27 no excelente artigo que pode ser encontrado na pagina http://pcworld.uol.com.br/dicas/2008/10/21/conheca-as-cinco-melhores-mudancas-introduzidas-no-novo-linux-2-6.27/ inclusive com uma ampla descrição do sistema de arquivo ext 4 implementado neste kernel, e que vai revolucionar a gravação de dados no linux ponto positivo para o kubuntu 8.10 trazer todas estas novidades.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

CRIAR VIRUS PARA LINUX VERDADEIRA MISSÃO IMPOSSIVEL.


O ambiente linux nunca foi um dos ambientes mais propicio para a criação, e principalmente para a propagação de virus é tanto que, como prova desta verdade todos os antivirus criados para este sistema tem como principal alvo vigiar as portas de saida e não as de entrada do computador como no windows e na verdade em segundo plano estes antivirus para linux estão procurando é minimizar a propagação de virus no windows em rede, são varias e tantas as barreiras impostas seja no próprio karnel do linux ou o sistema de permissões para execução de arquivos executáveis, que os virus mesmo criados nunca consiguiram se propagar e os poucos que existem são meras curiosidades técnicas pois é praticamente impossível a sua propagação, para bem exemplificar isso vou transcrever um artigo de 2006, quando o linux era muito menos popular que hoje e traduzido para o Português por Pedro A. D. Rezende do artigo publicado em Librenix por Ray Yargin, veja que de lá para cá, nada mudou e resolvi botar este artigo no meu blog porque acho que ele é super esclarecedor e definitivo sobre o assunto e o fato de ter sido escrito em 2006 e no final de 2008 tudo que esta neste artigo demonstra-se com o tempo ser verdadeiro, senão vejamos:

"Por que é que vírus de Linux não é mais do que um assunto para rodas de ciberpapo? Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que os vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em particular, e aos cibernautas em geral?
Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo "é menos atacado porque é menos usado"). Mas há uma razão, muito importante, que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, devemos saber porque o Linux não dá mole para vírus.

Para que um vírus infecte um programa executável num sistema com kernel Linux, numa distro GNU/Linux (Debian, Slackware, RedHat, Suse, Ubuntu, Kurumin, Mandriva, etc.) por exemplo, o executável precisa estar em arquivo com permissão de escrita para o usuário que esteja ativando o vírus. Tal situação é incomum. Numa instalação desktop, via de regra os arquivos executáveis têm como dono (owner) o administrador do sistema (root), e rodam em processo de usuário comum. Ou seja, a partir de uma conta não-privilegiada.

Além do que, quanto menos experiente for o usuário, menos provável que tenha ele mesmo feito a instalação do executável, e portanto, que seja o owner do arquivo correspondente. Assim, os usuários de Linux que menos entendem dos perigos de infecção viral são os que têm pastas pessoais (diretório home) menos férteis para isso.

Prosseguindo, ainda que um vírus consiga infectar um programa executável, sua missão de proliferar-se esbarra em dificuldades das quais os limites nas permissões do dono do arquivo infectado são apenas o começo (para neófitos, em sistemas com um só usuário, esses limites podem desaparecer se a conta root for usada descuidadamente). As dificuldades continuam nos programas para conectividade, por serem esses no Linux construídos conservadoramente, sem os recursos de macros em alto nível que têm permitido, por exemplo, a recentes vírus de Windows propagarem-se tão rapidamente.

Esse conservadorismo não é uma característica do Linux, mas reflete diretamente importantes diferenças na base de usuários de plataformas livres e proprietárias. Diferenças na forma como essas bases atuam no processo de desenvolvimento, e na forma como a robustez e a popularidade dos programas é afetada por essa atuação, através dos respectivos modelos de licença e de negócio. Na forma, por exemplo, em que vacinas atuam. As lições aprendidas pela observação do que acontece no outro modelo servem, no modelo colaborativo, para vacinar não o software em si, mas o processo e a estratégia de desenvolvimento dos softwares livres, livres inclusive das estratégias de negócio de interessados que lhes sejam confiltantes.

Aplicativos e sistemas baseados em Linux são quase todos de código fonte aberto. Devido à quase totalidade desse mercado estar acostumado à disponibilidade do código-fonte, produtos distribuídos apenas em formato executável são ali raros, e encontram mais dificuldade para firmar presença. Isso tem dois efeitos no ecosistema viral, se considerarmos que a propagação ocorre em formato executável. Primeiro, programas com código fonte aberto são lugares difíceis para vírus se esconderem. Segundo, a (re)instalação por compilação do código-fonte corta completamente um dos principais vetores de propagação dos vírus.

Cada um desses obstáculos representa uma barreira significativa. Porém, é quando essas barreiras atuam em conjunto que a vida do vírus se complica. Um vírus de computador, da mesma forma que o biológico, precisa de uma taxa de reprodução maior do que a taxa de erradicação (morte), para se proliferar. Na plataforma Linux, cada um desses obstáculos reduz significativamente a taxa de reprodução. E se a taxa de reprodução cai abaixo do nível necessário para substituir a população erradicada, o vírus está condenado à extinção, nesse ambiente -- mesmo antes das notícias alarmistas sobre o potencial de dano às vítimas.

A razão pela qual nunca vimos uma epidemia de verdade com vírus de Linux é simplesmente porque nenhum vírus conseguiu, até hoje, prosperar no ambiente que o Linux propicia. Os que já surgiram com esse alvo não são mais do que curiosidades técnicas (Staog foi o primeiro deles, e o único observado à solta, até 2005, foi o bliss). A realidade é que não existe vírus viável para Linux.

Isso, é claro, não significa que nunca possa haver uma epidemia viral envolvendo o Linux. Por outro lado, isso significa que o vírus precisaria ser muito inovador e bem arquitetado para ter sucesso prosperando nesse ecosistema (do Linux), que é hostil para código furtivo."